A partir de 1º de fevereiro de 2025, os preços da gasolina e do diesel no Brasil sofrerão novos aumentos devido ao reajuste nas alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Essa decisão, oficializada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) em 30 de novembro de 2024, visa ajustar as receitas estaduais, mas impactará diretamente o bolso dos consumidores e o planejamento financeiro de empresas que dependem de combustíveis.
O ICMS é um tributo estadual que incide sobre a circulação de mercadorias e serviços, sendo uma das principais fontes de arrecadação dos estados brasileiros. A partir de fevereiro, as alíquotas serão fixadas em R$ 1,47 por litro para gasolina e etanol, e em R$ 1,12 por litro para diesel e biodiesel. Isso representa um acréscimo de aproximadamente R$ 0,10 por litro na gasolina e R$ 0,06 por litro no diesel.
Para os consumidores, esse aumento significará um custo adicional imediato ao abastecer seus veículos. Além disso, setores como transporte e logística, que dependem fortemente do diesel, enfrentarão elevações nos custos operacionais. Esse efeito cascata poderá resultar em aumentos nos preços de produtos e serviços, pressionando a inflação e afetando o poder de compra da população.
Embora o reajuste do ICMS seja uma medida para equilibrar as finanças estaduais, é crucial que os consumidores estejam cientes desse aumento e planejem seus orçamentos de acordo. Empresas, especialmente as que operam no setor de transporte, devem avaliar estratégias para mitigar os impactos em suas operações e evitar repasses significativos de custos aos clientes.
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